RIBEIRA, NOVOS HORIZONTES

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Tuesday, January 15, 2008

BAÚ DE RECORDAÇÕES - RIBEIRA DE OUTROS TEMPOS



Contributo de Ponte de Lima para a Cavalaria Real

O concelho de Ponte de Lima, em meados do Sec XVII, tal como o resto do país, estava obrigado a contribuir para o sustento da Cavalaria Real.

Em 16 de Agosto de 1684, “ Fizeram o lançamento da palha para a cavalaria de sua Alteza Real, ficando o concelho de Ponte de Lima obrigado a contribuir com 8.000 copas de palha.”

A freguesia da Ribeira, à sua conta tinha de prestar tributo real, contribuindo com 590 copas de palha.

Nomeação para lançador da décima

Em 3 de Abril de 1784, foi nomeado para lançador da décima da esquadra de Crasto, da freguesia de S. João da Ribeira, Miguel Vaz Maciel, em substituição de André da Silva.

Nomeação para capitão da 2ª companhia de ordenanças

Em 23 de Outubro de 1766, João Marcos de Sá, foi nomeado para dirigir a 2ª Companhia de ordenanças, que compreendia as freguesias de Rendufe, Labruja, Sta Marinha, Sá e Bertiandos.

Nota: João Marcos de Sá, juntamente com Manuel Joaquim Guedes, vende a Quinta de S. José ou da Portela a António Leite de Macedo.

Pedido de licença

Em 24 de Julho de 1884, José António Rodrigues, solteiro, residente no Rio de Janeiro e natural de S. João da Ribeira, pede licença à Câmara para construir um rego de meia légua, entre o caminho da cruz e o lugar da casa nova na dita freguesia da Ribeira, sem prejuízo para o trânsito público.
Depois de ouvida a junta de paróquia, foi concedida a licença.

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1 Comments:

Blogger André said...

Caro Monteiro,
Agradeço o elogio ao meu blog. Espero que este amadureça com criticas cada vez mais construtivas. A seu tempo espero propor alternativas ou mesmo lançar projectos que possam enriquecer a nossa urbe.
Em relação a essa avenida já tinha ouvido falar da intenção mas julguei que para ligar a partir do cruzamento de crasto(na continuidade da via Feitosa-Ribeira a Arcozelo) através de uma ponte. Á partida parece-me que se está a rasgar excessivamente o território com acessos quando por 5centimos conseguimos fazer essa travessia poucos metros a montante. Penso que a veiga de Crasto contém valores paisagísticos e de manutenção de um sistema verde nos limites da vila a preservar. Essa avenida seria uma ferida na veiga. Talvez um acesso com uma ponte pedonal sobre o rio fosse mais favorável.Desta forma a ciclovia nas margens do rio poderia comunicar entre elas e ligar os parques verdes que estão a ser projectados em ambas as margens. Um exemplo desta aplicação existe no parque verde do Mondego em Coimbra onde se construiu uma ponte pedonal que liga os parques das duas margens. Isto permitiria uma rotatividade entre o novo pavilhao multiusos, parque do arnado, ponte medieval, vila, expolima e que poderia ser vantajosa.

Um abraço,
André Rocha

January 17, 2008 at 4:09 PM  

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